quinta-feira, 21 de junho de 2012

Desatador de Nó


"Eu vim pra quem perdeu as estribeiras,pois eu sou desatador de nó
Conheço cada palmo da ladeira na estrada de quem ficou só
Sou tempo, sou saudade de uma tarde,eu sou a esperança que restou
E vim pra quem me chamou.
De nó, eu sou desatador
...Eu vim pra quem jogou na ribanceira,toda a mágoa, todo o desamor.
                                                   Eu sou futuro, sou presente,sei de tudo quanto por aqui passou do grão de areia até o infinito,o mais bonito, eu sou o criador eu sou bondade, sou vontade de amar a quem ainda não chegou..." Flávia Wenceslau


quarta-feira, 20 de junho de 2012

À caminho de um Recanto

Preparando meu caminho para o sossego, o encontro comigo mesma em uma conversa particular.De encontro com a natureza.
Existe uma pequenina diferença entre ouvir o outro e escutar o outro. E nem todo mundo gosta de escutar.
O profissional de psicologia escuta com o coração e é ouvido com desatenção, que frustração!

terça-feira, 29 de maio de 2012

Amásio;
Amador;
Concubina;
Mistress;

São apenas palavras.
      "O Homem moderno pensa que perde alguma coisa-o tempo- quando não faz as coisas  rapidamente;    
Todavia,ele não sabe o que fazer com o tempo que ganha- a não ser matá-lo."
Erick Fromm

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Aprendizado da semana


 Aprendi conversando com um Índio que coração cura melhor coração e não mente curando coração, como nos é ensinado. É, Senhor você está correto, mas como fazer valer isso? Como fazer valer o que sentimos como cura, o que entendemos ser importante para o outro?....Esse ensinamento ainda não tive.
Talvez eu  seja demasiadamente humana ou ingênua,ainda.Para ter este olhar sobre as coisas.

Filosofando


 "-interessante! aquele passarinho devagar, quase pairando
Interessante! aquele passarinho que pelo espaço imenso
Adeja,
Não tem nada,
Porque nada deseja.
-a terra verde é sua...
-o céu azul é seu...
-interessante!... aquele passarinho tem muito mais que eu."Alexandre Nero

 
“A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.” Friedrich Nietzsche